Minha vida segue em uma contradição diária.
Hoje eu quero uma coisa que amanhã não terei mais, e rejeito outra que diariamente me satisfaz.
Eu não sei o que eu quero, só sei o que me faz bem... Só sei que nada sei!
Vou sair por aí, sem ter aonde ir, e quando voltar quero estar em paz, tranquila e com a garantia de que tudo o que eu fiz valeu a pena em algum momento.
Já vivi tantas coisas que me fizeram acreditar que o amanhã não significa 'tudo novo', e outras tantas que me fizeram perguntar o porque de não ser mais da mesma forma... Sente minha contradição?
Essa semana me disseram que sou uma 'garota má', daquelas que sai de casa com a faca na mão... E, pela primeira vez, eu não consegui sentir que isso é verdade, não fez sentindo pra mim e, com isso, eu enxerguei que talvez eu realmente não me importe.
"Pra que ter dó? O mundo não tem dó de você"... Essa foi outra frase que eu ouvi essa semana, e do meu melhor amigo... Sente a profundidade dela? Me senti como se fosse a garota mais desiludida desse planeta, quando, na verdade, eu é quem estava desiludindo outra pessoa.
O fato é que eu não sei mais o que as pessoas querem de mim, por mais que seja indiferente e eu não vá mudar por elas. Eu nem mais o que eu estou escrevendo aqui... Essa semana esta repleta de stress e sensibilidade demais pro meu gosto, já deu... Tchau!
[louca]
sábado, 30 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
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Não, não quero nada!
Já disse que não quero nada.
(...)
Quero ser sozinho.
Já disse que sou sozinho!
Já disse que não quero nada.
(...)
Quero ser sozinho.
Já disse que sou sozinho!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Acabou... Vamos viver?
Foram dois anos, sete meses e quatro dias, eu contei. Nunca pensei que duraria tanto, foi surpreendente. Experiência única, com altos e baixos, amor e ódio. Se valeu a pena? Claro, e muito, não sei nem como agradecer! ;)
O fim é tão engraçado, sempre tão clareante. Em questão de segundos você, simplesmente, abre os olhos e diz: Acabou! É nesse momento em que você acorda, seu chão desaparece, seu ar se esgota. O que vem depois? Na hora a dor, mas depois surge o alívio, o estar livre. Livre da esperança, do medo, da vingança... É, da vingança, talvez.
Um suspiro e você volta a viver, pensar mais em si mesmo, e basta um minuto para você fazer o que não pensou em fazer antes... Você se arrisca. E é tão bom não se arrepender no dia seguinte, como se a dívida estivesse paga.
Acabou... A ficha caiu.
Você sente que acabou quando erra, quando não sabe mais o que vem pela frente, quando tudo se torna indefinido. Você sabe que acabou quando descobre que a chama virou gelo e que não voltará mais a ser chama.
Acabou... Eu me enganei, eu me esqueci, eu perdi. Ou ganhei? Talvez um pouco de cada.
De repente, você quer concertar, mas concertar o que? A-C-A-B-O-U... Você não sentiu? Deixa pra lá... Eu sei que acabou. =/
Vamos viver? =p
O fim é tão engraçado, sempre tão clareante. Em questão de segundos você, simplesmente, abre os olhos e diz: Acabou! É nesse momento em que você acorda, seu chão desaparece, seu ar se esgota. O que vem depois? Na hora a dor, mas depois surge o alívio, o estar livre. Livre da esperança, do medo, da vingança... É, da vingança, talvez.
Um suspiro e você volta a viver, pensar mais em si mesmo, e basta um minuto para você fazer o que não pensou em fazer antes... Você se arrisca. E é tão bom não se arrepender no dia seguinte, como se a dívida estivesse paga.
Acabou... A ficha caiu.
Você sente que acabou quando erra, quando não sabe mais o que vem pela frente, quando tudo se torna indefinido. Você sabe que acabou quando descobre que a chama virou gelo e que não voltará mais a ser chama.
Acabou... Eu me enganei, eu me esqueci, eu perdi. Ou ganhei? Talvez um pouco de cada.
De repente, você quer concertar, mas concertar o que? A-C-A-B-O-U... Você não sentiu? Deixa pra lá... Eu sei que acabou. =/
Vamos viver? =p
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